Esse vídeo ensina como programar o rádio DX6i para o T-rex600.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Informática - Novas Tecnologias.
Google lança módulo para Apache para melhorar a velocidade dos sites
No ano passado o Google anunciou algumas medidas para tornar a web mais rápida, lançando o Page Speed, que ajuda a identificar alguns problemas no carregamento das páginas que poderiam ser consertados pelo webmaster. Agora a empresa foi além: lançou um módulo que faz otimizações automáticas para o Apache, famoso servidor web utilizado numa grande diversidade de serviços, como as revendas de hospedagem compartilhada e talvez na maioria dos VPS que servem HTML + PHP.
O recém lançado mod_pagespeed é open source, e promete reduzir o tempo de carregamento da maioria das páginas em até 50%, o que na prática pode tornar seu site até duas vezes mais rápido (considerando carregamento de páginas e imagens). Em alguns casos o ganho de desempenho pode até ser um pouco maior.
O vídeo de divulgação é bastante animador, lembra aquelas propagandas de aceleradores de conexão discada que vários provedores tinham:
O plugin módulo trabalha fazendo otimizações nos códigos sem afetar o resultado final. Ele permite otimizar conteúdo gerado por famosos CMS e scripts, recomprimir uma imagem quando ele entender que ela é o mais importante na página, além de aumentar o tempo de cache para um ano nos arquivos que se repetem muito - como o logotipo do site. Apesar disso ainda é possível atualizar o site de forma transparente, apenas substituindo os arquivos. Esse método troca no HTML os caminhos dos arquivos, criando um endereço único - se o arquivo for modificado, na visão do navegador seria como se o HTML fosse alterado para apontar para um novo arquivo.
Eles estão trabalhando com a GoDaddy para aplicar o mod_pagespeed para seus mais de 8,5 milhões de clientes de hospedagem compartilhada. O Apache pode não ser o servidor web mais rápido, mas é um dos mais usados. De fato, se empresas de hospedagem em geral aplicarem o mod_pagespeed nos seus servidores, a web como um todo poderia ficar mais rápida, um dos objetivos do Google e de qualquer usuário.
Na página do projeto é possível baixar o módulo para diversas distribuições Linux (basicamente há arquivos .deb e .rpm em versões de 32 e 64-bit), além das instruções de configuração. Ele é voltado ao Apache 2.2, pode não funcionar com outras versões.
Se você não confiar em instalar algo do Google no seu servidor com receio de oferecer ainda mais informações para o grande império, vale a pena então conferir o código fonte, já que é livre.
No ano passado o Google anunciou algumas medidas para tornar a web mais rápida, lançando o Page Speed, que ajuda a identificar alguns problemas no carregamento das páginas que poderiam ser consertados pelo webmaster. Agora a empresa foi além: lançou um módulo que faz otimizações automáticas para o Apache, famoso servidor web utilizado numa grande diversidade de serviços, como as revendas de hospedagem compartilhada e talvez na maioria dos VPS que servem HTML + PHP.
O recém lançado mod_pagespeed é open source, e promete reduzir o tempo de carregamento da maioria das páginas em até 50%, o que na prática pode tornar seu site até duas vezes mais rápido (considerando carregamento de páginas e imagens). Em alguns casos o ganho de desempenho pode até ser um pouco maior.
O vídeo de divulgação é bastante animador, lembra aquelas propagandas de aceleradores de conexão discada que vários provedores tinham:
O plugin módulo trabalha fazendo otimizações nos códigos sem afetar o resultado final. Ele permite otimizar conteúdo gerado por famosos CMS e scripts, recomprimir uma imagem quando ele entender que ela é o mais importante na página, além de aumentar o tempo de cache para um ano nos arquivos que se repetem muito - como o logotipo do site. Apesar disso ainda é possível atualizar o site de forma transparente, apenas substituindo os arquivos. Esse método troca no HTML os caminhos dos arquivos, criando um endereço único - se o arquivo for modificado, na visão do navegador seria como se o HTML fosse alterado para apontar para um novo arquivo.
Eles estão trabalhando com a GoDaddy para aplicar o mod_pagespeed para seus mais de 8,5 milhões de clientes de hospedagem compartilhada. O Apache pode não ser o servidor web mais rápido, mas é um dos mais usados. De fato, se empresas de hospedagem em geral aplicarem o mod_pagespeed nos seus servidores, a web como um todo poderia ficar mais rápida, um dos objetivos do Google e de qualquer usuário.
Na página do projeto é possível baixar o módulo para diversas distribuições Linux (basicamente há arquivos .deb e .rpm em versões de 32 e 64-bit), além das instruções de configuração. Ele é voltado ao Apache 2.2, pode não funcionar com outras versões.
Se você não confiar em instalar algo do Google no seu servidor com receio de oferecer ainda mais informações para o grande império, vale a pena então conferir o código fonte, já que é livre.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Tecnologia - Automóveis
Carro viajou da Itália até a China sem motorista
Viagem começou no final de julho.
Veículo percorreu 13 mil quilômetros.

Um carro produzido por engenheiros italianos é considerado o veículo que passou mais tempo viajando sem motorista. O carro começou a viagem no final de julho, na Itália, e percorreu 13 mil quilômetros, até chegar à China, três meses depois. (Foto: AP)

O veículo elétrico é equipado com sete câmeras e quatro lasers que detectam imagens da estrada para desviar de obstáculos que possam estar no caminho, além de um computador, que coleta informações. Dois engenheiros ficaram dentro do carro para o caso de alguma emergência. (Foto: AP)
Viagem começou no final de julho.
Veículo percorreu 13 mil quilômetros.

Um carro produzido por engenheiros italianos é considerado o veículo que passou mais tempo viajando sem motorista. O carro começou a viagem no final de julho, na Itália, e percorreu 13 mil quilômetros, até chegar à China, três meses depois. (Foto: AP)

O veículo elétrico é equipado com sete câmeras e quatro lasers que detectam imagens da estrada para desviar de obstáculos que possam estar no caminho, além de um computador, que coleta informações. Dois engenheiros ficaram dentro do carro para o caso de alguma emergência. (Foto: AP)
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Artigo Leonardo Boff.
Matéria não existe, tudo é energia

O título deste artigo diz uma obviedade para quem entendeu minimamente a teoria da relatividade de Einstein pela qual se afirma ser matéria e energia equivalentes. Matéria é energia altamente condensada que pode ser liberada como o mostrou, lamentavelmente, a bomba atômica.
O caminho da ciência percorreu, mais ou menos, o seguinte percurso: da matéria chegou ao átomo, do átomo, às partículas subatômicas, das partículas subatômicas, aos “pacotes de onda” energética, dos pacotes de onda, às supercordas vibratórias, em 11 dimensões ou mais, representadas como música e cor.
Assim um elétron vibra mais ou menos quinhentos trilhões de vezes por segundo. Vibração produz som e cor. O universo seria, pois, uma sinfonia de sons e cores. Das supercordas chegou-se, por fim, à energia de fundo, ao vácuo quântico.
Neste contexto, sempre lembro de uma frase dita por W.Heisenberg, um dos pais da mecânica quântica, num semestre que deu na Universidade de Munique em 1968, que me foi dado seguir e que ainda me soa aos ouvidos : “O universo não é feito por coisas mas por redes de energia vibracional, emergindo de algo ainda mais profundo e sutil”. Portanto, a matéria perdeu seu foco central em favor da energia que se organiza em campos e redes.
Que é esse”algo mais profundo e sutil” de onde tudo emerge?
Os físicos quânticos e astrofísicos chamaram de “energia de fundo” ou “vácuo quântico”, expressão inadequada porque diz o contrário do que a palavra “vazio” significa.
O vácuo representa a plenitude de todas as possíveis energias e suas eventuais densificações nos seres. Dai se preferir hoje a expressão pregnant void “o vácuo prenhe” ou a“fonte originária de todo o ser”
Não é algo que possa ser representado nas categorias convencionais de espaço-tempo, pois é algo anterior a tudo o que existe, anterior ao espaço-tempo e às quatro energias fundamentais, a gravitacional, a eletromagnética, a nuclear fraca e forte.
Astrofísicos imaginam-no como uma espécie de vasto oceano, sem margens, ilimitado, inefável, indescritível e misterioso no qual, como num útero infinito, estão hospedadas todas as possibilidades e virtualidades de ser.
De lá emergiu, sem que possamos saber porquê e como, aquele pontozinho extremamente prenhe de energia, inimaginavelmente quente que depois explodiu (big bang) dando origem ao nosso universo.
Nada impede que daquela energia de fundo tenham surgido outros pontos, gestando também outras singularidades e outros universos paralelos ou em outra dimensão.
Com o surgimento do universo, irrompeu simultaneamente o espaço-tempo.
O tempo é o movimento da flutuação das energias e da expansão da matéria. O espaço não é o vazio estático dentro do qual tudo acontece mas aquele processo continuamente aberto que permite as redes de energia e os seres se manifestarem.
A estabilidade da matéria pressupõe a presença de uma poderosíssima energia subjacente que a mantém neste estado.
Na verdade, nós percebemos a matéria como algo sólido porque as vibrações da energia são tão rápidas que não alcançamos percebê-las com os sentidos corporais. Mas para isso nos ajuda a física quântica, exatamente porque se ocupa das partículas e das redes de energia, que nos rasgam esta visão diferente da realidade.
A energia é e está em tudo. Sem energia nada poderia subsistir. Como seres conscientes e espirituais, somos uma realização complexíssima, sutil e extremamente interativa de energia.
Que é essa energia de fundo que se manifesta sob tantas formas?
Não há nenhuma teoria científica que a defina. De mais a mais, precisamos da energia para definir a energia. Não há como escapar desta redundância, notada já por Max Planck.
Esta Energia talvez constitua a melhor metáfora daquilo que significa Deus, cujos nomes variam, mas que sinalizam sempre a mesma Energia subjacente.
Já o Tao Te Ching (§ 4) dizia o mesmo do Tao: ”o Tao é um vazio em turbilhão, sempre em ação e inexaurível. É um abismo insondável, origem de todas as coisas e unifica o mundo”.
A singularidade do ser humano é poder entrar em contacto consciente com esta Energia. Ele pode invocá-la, acolhê-la e percebê-la na forma de vida, de irradiação e de entusiasmo.
Leonardo Boff com Mark Hathaway é autor de The Tao of Liberation. N.York(2010)

O título deste artigo diz uma obviedade para quem entendeu minimamente a teoria da relatividade de Einstein pela qual se afirma ser matéria e energia equivalentes. Matéria é energia altamente condensada que pode ser liberada como o mostrou, lamentavelmente, a bomba atômica.
O caminho da ciência percorreu, mais ou menos, o seguinte percurso: da matéria chegou ao átomo, do átomo, às partículas subatômicas, das partículas subatômicas, aos “pacotes de onda” energética, dos pacotes de onda, às supercordas vibratórias, em 11 dimensões ou mais, representadas como música e cor.
Assim um elétron vibra mais ou menos quinhentos trilhões de vezes por segundo. Vibração produz som e cor. O universo seria, pois, uma sinfonia de sons e cores. Das supercordas chegou-se, por fim, à energia de fundo, ao vácuo quântico.
Neste contexto, sempre lembro de uma frase dita por W.Heisenberg, um dos pais da mecânica quântica, num semestre que deu na Universidade de Munique em 1968, que me foi dado seguir e que ainda me soa aos ouvidos : “O universo não é feito por coisas mas por redes de energia vibracional, emergindo de algo ainda mais profundo e sutil”. Portanto, a matéria perdeu seu foco central em favor da energia que se organiza em campos e redes.
Que é esse”algo mais profundo e sutil” de onde tudo emerge?
Os físicos quânticos e astrofísicos chamaram de “energia de fundo” ou “vácuo quântico”, expressão inadequada porque diz o contrário do que a palavra “vazio” significa.
O vácuo representa a plenitude de todas as possíveis energias e suas eventuais densificações nos seres. Dai se preferir hoje a expressão pregnant void “o vácuo prenhe” ou a“fonte originária de todo o ser”
Não é algo que possa ser representado nas categorias convencionais de espaço-tempo, pois é algo anterior a tudo o que existe, anterior ao espaço-tempo e às quatro energias fundamentais, a gravitacional, a eletromagnética, a nuclear fraca e forte.
Astrofísicos imaginam-no como uma espécie de vasto oceano, sem margens, ilimitado, inefável, indescritível e misterioso no qual, como num útero infinito, estão hospedadas todas as possibilidades e virtualidades de ser.
De lá emergiu, sem que possamos saber porquê e como, aquele pontozinho extremamente prenhe de energia, inimaginavelmente quente que depois explodiu (big bang) dando origem ao nosso universo.
Nada impede que daquela energia de fundo tenham surgido outros pontos, gestando também outras singularidades e outros universos paralelos ou em outra dimensão.
Com o surgimento do universo, irrompeu simultaneamente o espaço-tempo.
O tempo é o movimento da flutuação das energias e da expansão da matéria. O espaço não é o vazio estático dentro do qual tudo acontece mas aquele processo continuamente aberto que permite as redes de energia e os seres se manifestarem.
A estabilidade da matéria pressupõe a presença de uma poderosíssima energia subjacente que a mantém neste estado.
Na verdade, nós percebemos a matéria como algo sólido porque as vibrações da energia são tão rápidas que não alcançamos percebê-las com os sentidos corporais. Mas para isso nos ajuda a física quântica, exatamente porque se ocupa das partículas e das redes de energia, que nos rasgam esta visão diferente da realidade.
A energia é e está em tudo. Sem energia nada poderia subsistir. Como seres conscientes e espirituais, somos uma realização complexíssima, sutil e extremamente interativa de energia.
Que é essa energia de fundo que se manifesta sob tantas formas?
Não há nenhuma teoria científica que a defina. De mais a mais, precisamos da energia para definir a energia. Não há como escapar desta redundância, notada já por Max Planck.
Esta Energia talvez constitua a melhor metáfora daquilo que significa Deus, cujos nomes variam, mas que sinalizam sempre a mesma Energia subjacente.
Já o Tao Te Ching (§ 4) dizia o mesmo do Tao: ”o Tao é um vazio em turbilhão, sempre em ação e inexaurível. É um abismo insondável, origem de todas as coisas e unifica o mundo”.
A singularidade do ser humano é poder entrar em contacto consciente com esta Energia. Ele pode invocá-la, acolhê-la e percebê-la na forma de vida, de irradiação e de entusiasmo.
Leonardo Boff com Mark Hathaway é autor de The Tao of Liberation. N.York(2010)
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Aeromodelismo - FPV.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Tecnologia - Novidades.
Tela de tecnologia nanométrica possui definição 8 vezes maior que a do iPhone 4

Uma equipe de engenheiros da Universidade de Michigan, nos EUA, criou uma tela "ultra high-definition", ou seja, de altíssima definição, que pode mostrar o logotipo da escola de somente 9 mícrons de altura. Em comparação à tela "Retina" do iPhone 4, os pixels da tela deste (que possui resolução de 940x640 pixels e 3,5 polegadas) são oito vezes maiores.
Isso foi possível graças ao trabalho de Jay Guo, do Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação da universidade, que desenvolveu um novo filtro de cor, feitas com nano-folhas de metal com grades precisamente espaçadas.
Essas "grelhas" são cortadas em pilhas do tipo 'metal-dielétrico-metal', e atuam como ressonadores para interceptar e transmitir a luz de uma cor específica. Diferentes espaçamentos capturam diferentes comprimentos de onda de luz, e as transmitem por ressonância através das pilhas.
Em LCDs convencionais, apenas algo em torno de 5% da luz de fundo chega aos olhos do visualizador, segundo Guo, porque estas telas possuem duas camadas de polarizadores, uma folha de filtro de cores e duas camadas de vidro com eletrodos e o cristal líquido em si.
O pesquisador acredita que a tecnologia poderá ser usada em projeções ou telas extremamente compactas e dobráveis, possivelmente sendo utilizada pelos militares inclusive, já que a pesquisa é patrocinada pela Força Aérea dos EUA e pelo DARPA. Uma patente já foi solicitada, e a universidade está atualmente procurando parceiros comerciais para produção da tecnologia baseada em seu protótipo.

Uma equipe de engenheiros da Universidade de Michigan, nos EUA, criou uma tela "ultra high-definition", ou seja, de altíssima definição, que pode mostrar o logotipo da escola de somente 9 mícrons de altura. Em comparação à tela "Retina" do iPhone 4, os pixels da tela deste (que possui resolução de 940x640 pixels e 3,5 polegadas) são oito vezes maiores.
Isso foi possível graças ao trabalho de Jay Guo, do Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação da universidade, que desenvolveu um novo filtro de cor, feitas com nano-folhas de metal com grades precisamente espaçadas.
Essas "grelhas" são cortadas em pilhas do tipo 'metal-dielétrico-metal', e atuam como ressonadores para interceptar e transmitir a luz de uma cor específica. Diferentes espaçamentos capturam diferentes comprimentos de onda de luz, e as transmitem por ressonância através das pilhas.
Em LCDs convencionais, apenas algo em torno de 5% da luz de fundo chega aos olhos do visualizador, segundo Guo, porque estas telas possuem duas camadas de polarizadores, uma folha de filtro de cores e duas camadas de vidro com eletrodos e o cristal líquido em si.
O pesquisador acredita que a tecnologia poderá ser usada em projeções ou telas extremamente compactas e dobráveis, possivelmente sendo utilizada pelos militares inclusive, já que a pesquisa é patrocinada pela Força Aérea dos EUA e pelo DARPA. Uma patente já foi solicitada, e a universidade está atualmente procurando parceiros comerciais para produção da tecnologia baseada em seu protótipo.
Assinar:
Postagens (Atom)

