sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Informática - Windows 8 para ARM

Microsoft detalha Windows 8 para processadores ARM (WOA)

Num enorme artigo a Microsoft detalhou o desenvolvimento do Windows 8 para processadores ARM. Muita coisa foi alterada no sistema, não é uma mera recompilação para outra arquitetura. Drivers e o sistema interno precisaram ser radicalmente alterados, já que no mundo ARM os barramentos e chips são bem diferentes dos padrões nos desktops. O desafio foi grande, afinal a adaptação também foi necessária em vários programas do sistema. O Windows 8 ARM lidará com hardware que tradicionalmente nunca desliga, como tablets, por isso o gerenciamento de energia - já comentado - foi um dos maiores desafios.

Diferente do mundo dos PCs, em que uma simples imagem do Windows roda em todos os computadores - precisando dos drivers, mas roda - a plataforma ARM traz muitos desafios. A comunicação entre os SoCs e outros chips dos dispositivos não é padronizada. O software é projetado diretamente para um conjunto, podendo ter comportamento estranho ou simplesmente nem ser iniciado em outro. É muito difícil trocar o sistema operacional de um dispositivo ARM, algo que vai além das limitações artificiais.

A Microsoft vem trabalhando com basicamente três grandes parceiros que produzem SoCs ARM: Texas Instruments, Qualcomm e NVIDIA. Por sua vez, fabricantes diversos montarão produtos finais com estes SoCs. Os produtos deles com Windows 8 serão mais ou menos parecidos com o que temos hoje no mercado de smartphones e tablets: o objetivo do fabricante não é criar um PC de uso geral onde você instala o que quiser, mas sim manter uma consistência com o que já veio nele no momento da compra. Sendo assim, quem pensa em comprar um tablet com o Windows 8 ARM para rodar Linux (ou outro sistema qualquer, Android por exemplo) poderia estar melhor servido com um tablet x86 - algo que também estará no mercado com a versão x86/64 do Windows 8. Aí também entra em cena a limitação do gerenciador de boot, que não poderá ser alterado no Windows 8 ARM - mas nos dispositivos com processadores Intel/AMD o desbloqueio poderá ser feito por uma opção no programa correspondente ao SETUP. Aproveitando, uma opção interessante para o software livre é o Spark, tablet do KDE, apesar da dificuldade inicial e das limitações do hardware.

Para os usuários, nada mudará na forma de uso do Windows, com exceção da compatibilidade dos programas. Um selo indicará que um tablet com Windows 8 ARM não é como um computador ou notebook com o Windows conhecido dos desktops. O mesmo visual, o mesmo comportamento, mas sem a compatibilidade com os milhões de aplicativos existentes.

Quem programar usando as APIs do WinRT poderá atingir ambas as plataformas (ao usar alguns códigos como C/C++ os aplicativos deverão ter duas versões, uma para x86/64 e outra para ARM). No Windows 8 ARM os aplicativos Metro só poderão ser instalados a partir da loja de apps. Isso elimina a necessidade de antivírus/antimalware, sendo um conceito bem diferente do Windows nos desktops, onde basta baixar um arquivo de qualquer local e executá-lo - a segurança normalmente cai quando o usuário aceita a instalação, o prompt do UAC, etc, mas isso é um outro assunto.

Versões desktop dos principais programas do Office estarão presentes para o Windows 8 ARM. Elas foram adaptadas levemente para telas de toque e também para otimizar o consumo de energia. A compatibilidade com arquivos do Office é dada como total; não são versões mobile limitadas. O gerenciador de arquivos Explorer também estará presente, o que fornece uma experiência muito mais próxima de um PC do que nos sistemas concorrentes para tablets - caso do iOS e Android, sendo que o iOS bloqueia severamente o acesso ao sistema de arquivos (nada que um jailbreak e apps extras como o iFile não resolvam ;).

Ah, o Windows 8 ARM será chamado de WOA: Windows on ARM. Ao ouvir falar de WOA você já sabe o que é. As edições do Windows 8 (SKUs) ainda não foram definidas.

No vídeo abaixo a interface é exibida em detalhes. Pelo menos o nível de integração visual está sendo atingido:


          http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=qvdQAcb0-KE



Os aplicativos x86/64 não rodarão no Windows 8 ARM, algo já comentado há algum tempo. Tecnicamente até é possível criar uma espécie de emulador, mas isso iria comprometer o sistema. Os aplicativos desktop foram projetados sem pensar no consumo de energia. Loops, timers, uso de hooks, o método de processar e lidar com a entrada de dados... Fora que muitos instalam processos e serviços que ficam em execução continuamente, mesmo quando não são necessários. O modelo de programação tradicional já é ruim nos desktops, que lota a área de notificação com programas desnecessários consumindo mais memória e ciclos de processamento, imagine então isso num tablet, acabando com a autonomia da bateria. Normalmente isso não se aplica aos leitores do Hardware.com.br, mas provavelmente você deve ter algum parente ou amigo que passa justamente por esta situação - vários programas rodando sem necessidade. Como se não bastasse isso, o emulador também consumiria recursos, prejudicando o desempenho e consumindo ainda mais energia. Apesar dos grandes benefícios ele poderia facilmente queimar a imagem dos tablets com Windows 8.

Resumindo, o Windows 8 para ARM - WOA - será como um sistema completamente diferente, que aposta no sucesso dos aplicativos Metro. É uma jogada ainda incerta, mas que aparentemente dará certo. Parece que os tablets com processadores x86 serão mais caros, desestimulando a concorrência direta entre as duas versões do Windows 8.

Por fim, o beta - apelidado de Consumer Preview - será lançado no final de fevereiro. Ele estará disponível em vários idiomas, com download liberado para todos os interessados sem necessidade de cadastro nem aprovação.

Daqui alguns dias confira o post original da Microsoft traduzido no http://blogs.msdn.com/b/b8_br/. Ele foi um dos artigos mais longos, talvez o mais longo de todos do blog Building Windows 8. É útil especialmente a desenvolvedores. Para começar a trabalhar com WinRT e os apps Metro não é necessário esperar o beta, afinal o Developer Preview já tem as ferramentas necessárias. C/C++ podem ser usados para gerar código nativo, mas os apps Metro para Windows 8 também podem ser escritos em C#, VB, XAML e HTML 5.

Ah, e para quem reclamou da notícia da remoção do botão Iniciar dizendo que estávamos publicando muitos "boatos", "pode ser", etc, veja a barra de tarefas do desktop no vídeo =)

Por curiosidade: as primeiras compilações do Windows 8 ARM foram testadas em... Smartphones. Na época não existiam tablets próprios para isso (ou vai ver não conseguiram trocar o bootloader do iPad :P), então a Microsoft teve que lidar com o que tinha em mãos. Isso não é um produto para consumidores finais, se ver algo parecido, não espere com tanta empolgação:



Apesar disso, essas imagens dão mais força ainda a este outro rumor... E desconsiderando o tamanho da tela, o que parece ser uma "loucura" não é tanta assim para alguns entusiastas.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Dicas sôbre segurança.

Dicas de segurança em ambientes corporativos


Introdução



Muitas empresas, na ânsia de se modernizarem, acabam se esquecendo de alguns pequenos detalhes na hora de implementar sua rede de computadores que se traduzem em pequenos ou grandes incômodos no futuro. Exemplos clássicos que vemos em vários fóruns especializados incluem usuários ou alunos que colocam senhas nas telas de login dos sistemas operacionais ou da BIOS do computador, penetras que acessam a rede wireless corporativa sem autorização ou arquivos, fontes true type ou até mesmo instaladores de programas completos que são silenciosamente levados para casa pelos usuários. Este artigo não pretende ter a solução para todos esses problemas ou explicar como se faz tecnicamente, mas dar algumas dicas gerais que poderão evitar esses transtornos no futuro.

Próximo: Segurança no ambiente de produção

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Novas Tecnologias.

Tecnologia sinaliza HDs 1000 vezes mais rápidos e densidade 20 vezes maior

Um time de cientistas de vários países, trabalhando na Inglaterra, Rússia, Noruega e Suíça fez uma descoberta que pode eventualmente revolucionar o mercado de armazenamento magnético, depois que alguns entraves essenciais forem superados, naturalmente.

Os HDs atuais utilizam discos magnéticos que giram a 5400 ou 7200 RPMs, permitindo que os dados sejam lidos por braços magnéticos. Esta é uma tecnologia que oferece um custo por terabyte bastante baixo em relação à memória Flash e outros meios de armazenamento, mas que em compensação oferece um desempenho limitado aos componentes mecânicos.

A nova tecnologia também é baseado no uso de unidades magnéticas para armazenamento, mas opera sob um princípio bem diferente, utilizando uma superfície magnética fixa e um laser para fazer a gravação dos dados.

A tecnologia é baseada no uso de grânulos magnéticos, compostos de uma liga de ferro e gadolinium (um elemento magnético raro), batizadas pelos desenvolvedores de nanoislands. São necessários apenas 0.06 picossegundos para que a polaridade magnética de uma nanoisland seja alterada por aquecimento, efetuando a gravação dos dados.



No total, são necessários cerca de 5 picossegundos até que a nanoisland estabilize e os dados estejam seguros, mas ainda assim o tempo requerido é mais de 1000 vezes menor que num HD magnético atual.

As nanoislands são também muito menores que a suberfície magnética necessária para armazenar um bit em um HD atual, o que em teoria permitia espremer 53 terabits por polegada quadrada, o que em teoria permitiria criar HDs com 60 terabytes ou mais.

O grande problema com a tecnologia é que os pesquisadores ainda não chegaram a uma solução para o problema de como ler os dados, se limitando a desenvolver uma nova forma de gravá-los. Ferrimagnetos como os usados no experimento tipicamente não possuem um campo magnétcio, o que torna impossível ler os dados através de uma cabeça de leitura como as usadas nos HDs atuais. Por enquanto os cientistas estão usando um STM (scanning tunneling electron microscope), que é um dispositivo do tamanho de uma sala para ler um bit de cada vez. Para que a tecnologia se torne viável precisariam fazer isso também usando algum tipo de laser ou radiação, o que no momento não parece ser possível.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Informática - Windows 8

Botão Iniciar poderá ser removido no Windows 8

O Windows 8 pode dar adeus ao botão do menu Iniciar: screenshots das compilações recentes vazados na web indicam que o clássico botão sumiu da barra de tarefas. O espaço ali seria preenchido pelo primeiro ícone de programa ou janela de aplicativo desktop, se nenhum ícone estiver fixo.


O Iniciar surgiu com o Windows 95, tendo bem seus 17 anos. Mesmo quen não usa Windows acaba ouvindo algo sobre ele uma vez ou outra: para fazer tudo no sistema era necessário passar por ele, inclusive para desligar (pelo menos ao usar o mouse :p).


No Windows XP ele recebeu ícones fixos proporcionando uma limpeza no desktop, que por padrão ficou apenas com o ícone da lixeira. No Windows Vista foi implantado um dos melhores recursos de todos os tempos: o campo de busca. Ficou muito mais prático abrir programas pelo teclado, evitando a tediosa navegação nos menus e submenus.

O Windows 8 traz uma tela completamente nova, já amplamente divulgada, debatida e testada no Developer Preview.



A Microsoft justifica a mudança apontando uma série de fatores, que parecem ser mais positivos do que negativos. Resumindo muito: a nova tela de entrada que faz o papel do menu antigo com alguns extras, e ocupa a tela toda, podendo exibir muito mais dados. Isso é realmente útil ao pesquisar, já que o espaço para resultados no menu Iniciar até o Windows 7 é bem pequeno. A tela de entrada comporta mais atalhos de programas, e também é possível fixar ícones personalizados e pastas ali. Fora isso o objetivo é consolidar a interface dos vários produtos da empresa.

A forma de acessar o menu, no entanto, não mudou. Basta levar o cursor para o canto inferior esquerdo e clicar. Ou usar a clássica tecla do logotipo do Windows, presente em quase todos os teclados. No caso dos tablets, o conceito adotado pela Microsoft consiste em arrastar da borda para dentro - o pixel da borda é sensível aos comandos. Isso permite abrir tanto a tela de entrada (que também contará com um botão físico nos tablets) como os menus dos aplicativos estilo Metro.

O Windows 8 ainda não foi finalizado, é claro. Logo sairá o beta público. Se a pressão for grande, quem sabe a Microsoft volte atrás, pelo menos indicando visualmente a posição do menu? Sem indicação nenhuma, um leigo total que nunca tenha tocado no sistema poderá ficar perdido até descobrir como voltar para a tela de entrada depois de ter clicado em alguma coisa. Não seria nada intuitivo, diferente do Windows que conhecemos.

Nota: há quem duvide da veracidade dos screenshots, mas fontes do The Verge confirmaram a substituição do menu por um indicador que aparece apenas ao passar o mouse.

Diferente do que ocorria nas versões anteriores, desta vez a Microsoft estabeleceu um canal direto para divulgação oficial durante o desenvolvimento. Entusiastas, desenvolvedores e usuários avançados podem ficar a par do que está sendo feito no Windows 8 no blog Building Windows 8. Os artigos no blog comentam os recursos com uma certa profundidade técnica dependendo do caso, mas sempre com screenshots e vídeos. Algumas sugestões feitas nos comentários são até mesmo aplicadas no sistema, como as recentes alterações no Windows Explorer. Desta vez todo mundo foi bombardeado com informações reais do sistema, sem precisar ficar esperando reviews de imagens baixadas ilegalmente, o que também ajudou a reduzir a quantidade de screenshots falsos, comuns nos meses antecedentes aos lançamentos anteriores.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Informática- Windows 8

IE 10 no Windows 8: mais um passo para o fim dos plugins

No blog do IE foi reforçado nesta semana um aviso já dado anteriormente sobre o Windows 8 e o IE 10: o navegador principal do Windows 8 não suportará plugins. Sites que exigem a presença do Flash, Java ou outro elemento qualquer não rodarão na interface Metro.

De uns tempos para cá o cenário mudou bastante. Cada vez mais sites suportam uma experiência livre de plugins pensando nos navegadores mobile, especialmente o do iOS, que sempre recusou o Flash. A MS quer tornar algo parecido para os tablets com Windows 8. Evitar plugins permite economizar energia (especialmente considerando o tão mal otimizado Flash) e torna o sistema mais seguro, já que há um componente de terceiro a menos (nesse sentido o Java parece ser o vilão).

No Windows 8 o IE terá dois modos: a interface Metro, em tela cheia, e o tradicional, que roda no desktop. Os sites que realmente precisam de plugins poderão rodar na versão desktop dele. Para isso a recomendação é incluir um dado no cabeçalho HTTP ou via meta tag, especificando que os plugins para o IE são exigidos.

No cabeçalho HTTP a linha envolvida é esta:

X-UA-Compatible: requiresActiveX=true

E a meta tag, normalmente mais fácil de implementar:



Com isso o IE 10 exibirá um aviso para alternar para a versão desktop:



O ideal mesmo é tentar se livrar dos plugins, já que é possível manter o mesmo código para IE, Firefox, Chrome, Opera, Safari, entre outros - incluindo as versões mobile dos principais navegadores. O HTML 5 ainda está longe de fazer tudo o que o Flash permite, mas a necessidade para a mudança está aí.

Dá para dizer sem hesitar que a ação foi inciada pela Apple a partir do momento que recusou o Flash no iOS. Se dependesse do Android o Flash continuaria presente nos smartphones e tablets, mesmo oferecendo uma experiência longe do ideal, trazendo eventuais problemas de segurança e, principalmente, chupando a carga da bateria. É bom para a web e ruim para Adobe e para a própria Microsoft, que verá seu Silverlight sofrer um pouco. Afinal mudar para o IE no desktop vai ser chato para quem estiver gostando dele na interface Metro, sem contar as abas já abertas lá e o choque visual que ocorre ao alternar entre ambas as interfaces...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Informática - Windows 8

Várias novidades do Explorer no Windows 8

Deixando um pouco a interface Metro de lado, o Windows 8 continuará firme e forte para tarefas tradicionais no desktop "clássico". O Windows Explorer é um dos programas que está recebendo um tratamento especial. Por desktop clássico aqui entenda como o desktop atual do Windows 7, não o estilo visual do Windows 2000. Nem só de apps Metro se faz o Windows 8, então o Explorer está evoluindo como um aplicativo desktop "tradicional" deveria evoluir.

Muita coisa já foi comentada sobre ele, e quem quer colocar a mão na massa pode baixar o Developer Preview - ou talvez esperar mais algumas semanas, já que o beta está próximo.

Uma das grandes alterações no Explorer se deu na tarefa de cópia de arquivos. Mensagens mais diretas e a possibilidade de pausar e ver a taxa de transferência dos dados são algumas das novidades.

Desde que lançou o Developer Preview a Microsoft tem recebido diversos comentários. Com base neles algumas coisas foram aprimoradas para o beta, e provavelmente estarão na versão final do sistema.

No post desta semana no blog dos desenvolvedores foram comentadas justamente as modificações recentes no Explorer, que ainda não constam no DP.

A resolução de conflitos ao copiar ou mover arquivos ficou mais prática, permitindo evitar copiar ou mover dados que já estejam presentes no destino. Um checkbox na tela de confirmação permitirá pular os arquivos iguais que já existirem no destino, tornando a operação mais rápida.



Essa opção vem desmarcada por padrão, mas assim que marcada, a configuração fica salva. Em vez de usar hashes, o Windows 8 confiará em três dados básicos para determinar se dois arquivos são iguais ou não: nome, tamanho (em bytes) e a data no sistema de arquivos. A precisão da data e hora é melhor em partições NTFS, formato padrão há muito tempo no Windows. Isso não deverá trazer problemas nem identificar dois arquivos diferentes como sendo iguais.

Há melhorias ao pausar a cópia, algo que poderá ser concluído bem depois: ao voltar da hibernação ou suspensão as operações de cópia poderão ser retomadas, sendo esta uma novidade interessante.

Os avisos chatos que ficam aparecendo durante erros na cópia também foram melhorados. Avisos de confirmação aparecerão antes do processo da cópia, e mensagens de erro serão exibidas apenas no final. Sendo assim o Explorer tentará mover ou copiar tudo o que conseguir, deixando para lidar com os arquivos que falharam apenas no final. Isso evita que o usuário tenha que ficar olhando para a tela durante cópias de grandes volumes de dados.

Outra novidade legal é o uso de informações das fotos, puxando dados do EXIF. Muitas câmeras gravam a orientação da imagem. Sendo assim não será necessário ficar rotacionando as fotos, o Explorer já irá detectar a configuração e exibi-las na posição correta:


As mesmas fotos no Explorer do Windows 8

Os pequenos ícones que aparecem sobre os ícones de pastas para indicar alguma propriedade especial (como compartilhamento) foram removidos. Em vez disso será usada a coluna "Status de compartilhamento". Ela fica oculta por padrão, e mesmo quando exibida, o consumo de recursos é menor. Isso torna o Explorer mais "leve" e, consequentemente, mais rápido.

Será possível fixar ícones e pastas na tela inicial a partir do Explorer, pelo menu de contexto ou pela barra de ferramentas (Ribbon). Dessa forma é possível manter atalhos para as pastas desejadas na tela de entrada:



Tela inicial com pastas e programas fixados

Além do menu para abrir o prompt de comando no Explorer na pasta atual, foi adicionado um para abrir o PowerShell. Quem usa o PowerShell com frequencia terá mais esta facilidade:



Menu para abrir o PowerShell na pasta atual

Como já noticiado há algum tempo e é visível no Developer Preview, o Windows 8 sincronizará configurações entre vários computadores da mesma pessoa por meio de uma conta do Windows Live. Entre essas alterações estão as configurações do Explorer. Botões personalizados, configurações de exibição, Ribbon minimizado ou não... Tudo isso será sincronizado, evitando a perda de tempo na configuração de cada computador ou notebook (ou tablet :P) do jeito que você gosta.

Falando no Ribbon, a barra dele virá minimizada por padrão (basta clicar na setinha para baixo, à direita). Os atalhos estarão visíveis nas dicas de tela, aqueles quadros que aparecem ao passar o mouse sobre um item. Este comportamento permite manter o Ribbon visível até decorar os atalhos, sem prejudicar os usuários que não gostaram tanto assim da nova barra.

Como de costume, daqui alguns dias o post do blog estará traduzido para português. Se quiser conferir os artigos anteriores diretamente do site da Microsoft, acesse:

http://blogs.msdn.com/b/b8_br/






Informática - Novidade

Lançado Kinect for Windows, por US$250 - mas ainda não no Brasil

A Microsoft lançou o Kinect for Windows, uma versão própria para PCs do seu sensor de movimentos. Ele permite interagir com jogos e outros aplicativos usando gestos corporais, algo que atrai muita gente.


O preço planejado é de $250 dólares, mas ele também será oferecido por $149 no final do ano para os inscritos no projeto de educação dela. Ainda não há confirmação de data para lançamento no Brasil.

O novo Kinect for Windows suporta tanto o Windows 7 como o Windows 8 (em seu estágio atual, Devloper Preview). Podem ser usados até quatro sensores Kinect no mesmo computador. O sistema tem alguns aperfeiçoamentos, como reconhecimento de objetos a cerca de 40 cm do sensor, melhorias no sistema de reconhecimento de voz, entre outras atualizações mais leves.

Para desenvolvedores o SDK 1.0 já está disponível. Saiba mais no blog do Kinect para Windows (em inglês).